9/18/2013

Oito webcomics sensuais para ler com a porta trancada

Oito webcomics sensuais para ler com a porta trancada

Medical treatment

Medical treatment

Giovanna Casotto

Poucos quadrinhos eróticos são tão explícitos como aqueles desenhados pela italiana Giovanna Casotto, espécie de embaixatriz italiana do sexo ao lado da atriz pornô Ilona Staller, a famosa Cicciolina. Em uma área dominada por profissionais do sexo masculino, Casotto obteve reconhecimento e sucesso pela Europa e Estados Unidos com suas ilustrações impecavelmente realistas. E a maneira como atinge esse elogiado realismo só serve para aumentar o interesse da crítica e, especialmente, dos leitores: ela tira fotos de si própria nas mais variadas posições para depois utilizar como base de seus desenhos. Quer mais? Nas palavras dela: ´´Minhas histórias têm inspiração em meus sonhos, no que gostaria de experimentar e no que já experimentei…”.
O mundo virtual dos desenhos eróticos está abrindo as portas para novos talentos. Está mais que comprovado. É só conferir os acessos e a grande procura nos programas de busca. Todo link é válido, mesmo quando a qualidade não é das melhores. Mas o tempo deve ajudar. É evidente que a nova linguagem não será idêntica à dos antigos quadrinhos. Estamos em plena era da web 2.0 e surgem diariamente novas animações elaboradas com novos e sofisticados recursos gráficos.
Não podemos nos restringir apenas à banda erótica na web. O explícito nem sempre é o mais erótico e o erótico nem sempre precisa ser explícito. Portanto: asas à imaginação e à criatividade. Vamos em busca de novos links e informações que proporcionarão o desenvolvimento de novos talentos. Enquanto isso, como não temos acesso à todas inovações, continuamos trocando figurinhas nos blogs mais quentes ou diferenciados na web. Vamos distribuindo links e encontrando boas falas, mesmo que seja aos poucos, em nosso restrito e contido cotidiano. Enquanto isso podemos revisar os melhores artistas dos quadrinhos, do tempo em que os desenhos ainda eram feitos  à lápis.
 
Alex Raymond foi um artista que marcou época, tendo emplacado quatro grandes sucessos do mundo dos quadrinhos: Flash Gordon, Nick Holmes, Jim das Selvas e o Agente Secreto X-9.
Dono de um traço único e estilo clássico, Raymond chegou a antever o futuro nas páginas de Flash Gordon, com a criação da mini-saia, desenhos de foguetes que seriam estudados pela Força Área Americana devido ao seu design, e outras idéias que viriam a tornar-se realidade nas mãos da NASA.
  
“Mas foi com Flash Gordon que Raymond atingiu o sucesso absoluto. A tira, futurista, narrava as aventuras de Flash, sua namorada Dale e o professor Zarkov, no planeta Mongo, contra a cruel tirania do imperador Ming. Flash Gordon pouco tinha de ficção científica, servindo mais de desculpa para Raymond exercitar sua imaginação apocalíptica.Flash Gordon transformou-se num sucesso pela beleza do estilo de Raymond, cujos desenhos – limpos e claros -pareciam ter se inspirado nas pinturas de Michelângelo. E se em Flash Gordon a eterna luta entre o bem e o mal se manifesta de maneira simplória, com uma história que não era lá essas coisas, a concepção plástica da mesma compensava tudo.”
 

9/02/2013

  • Fotomontagem/Divulgação
    As obras "Macbeth" e "A Tempestade", adaptação da editora Nemo
    As obras "Macbeth" e "A Tempestade", adaptação da editora Nemo
As obras "Macbeth" e "A Tempestade", do dramaturgo e poeta inglês William Shakespeare, foram adaptadas para os quadrinhos pela editora Nemo. Os livros fazem parte da coleção "Shakespeare em Quadrinhos", a mesma que já lançou "Romeu e Julieta", "Sonho de Uma Noite de Verão" e "Otelo". 
Com cerca de 60 páginas, os livros contam com linguagem juvenil as histórias que já foram adaptadas para cinema, TV e teatro. "Macbeth" foi ilustrado por Marcela Godoy e Rafael Vasconcelos e "A Tempestade" por Lilio Parra e Jefferson Costa. Os livros têm preço sugerido de R$ 39,90 e estão disponíveis nas maiores livrarias. 
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Veja obras clássicas da literatura que viraram quadrinhos20 fotos

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:: DOM CASMURRO - Obra do autor brasileiro Machado de Assis que tem como protagonista os jovens Bento e Capitu ganha versão da editora Ática. Ilustrada por Rodrigo Rosa e com roteiro de Ivan Jaf, tem 88 páginas Fotomontagem/UOL

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5/13/2013

                                         
                                          Quadrinhos Eróticos selecionados com arte

1/27/2013

Milo Manara 
O site oficial
Fotolog



10/23/2012

Galeria Manara

Gullivera

Lembra da história do povo diminuto de Lilliput, contada por Jonathan Swift em As Viagens de Gulliver? Imagine o que seria da libido dessa ilha se seus habitantes cruzassem com uma das musas de Millo Manara, o maior mestre do erotismo dos quadrinhos.Em uma fábula sensuálissima, a bela Gullivera vai aprender que, às vezes, no menor dos frascos, está o mais intenso dos prazeres.um desenhista italiano mais conhecido pela vertente erótica da sua obra. Milo Manara depois de estudar arquitetura e pintura, estreou no mundo dos quadrinhos em 1969 com a obra "Genius" um conto noir sensual e sombrio na linha de HQ's como Kriminal e Satanik. Os quadrinhos de Manara geralmente giram em torno de mulheres elegantes, bonitas expostas a cenários e enredos eróticos improváveis e fantásticos. , coisas sobrenaturais, e a tensão sexual sob diversos aspectos da Muitos de seus quadrinhos contêm temas como bondage, sadismo, e voyeurismo sociedade italiana. por Rafael Andremattos

10/19/2012

9/18/2012


 

Saudelli se consagrou no universo dos quadrinhos tratando de um fetiche muito popular: bondage, ou a arte de amarrar as pessoas para fins eróticos. Para dar vazão aos seus instintos, ele criou a personagem Bionda, uma apetitosa loira que, desconfia-se, exerce a função de ladra só para amarrar suas vítimas (invariavelmente mocinhas incautas). Mas isto foi só o começo. Hoje suas páginas são dedicadas a fotos e vídeos além dos novos desenhos e histórias.
 

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afilhadewolfland0000a [Quadrinho Erótico] A Filha de Wolfland   Franco Saudelli e Ricardo Barreiro
Franco Saudelli nasceu em Latina, perto de Roma, em 4 de agosto de 1952. Começou a desenhar no início dos anos 70, apresentando seu trabalho a vários editores de Roma. !m 1977 publicou Giorgina senza fine, pelo qual recebeu o prêmio H.G. Wells, em 1981, como a melhor H.Q. de ficção científica na Itália. Em 1981, desenhou O homem de Wolflandm com texto de Barreiro, também pra Lancio Story. Em 1985 surgiu A Filha de Wolfland, publicado pela Daugard, na França.
Algum tempo depois Saudelli começou a trabalhar com Porfiri, com roteiro seu, publicada também pela Orient Express. Atualmente trabalha para Comic Art e Pilote-Charlie, onde desenha O Homem à nossa imagem.
A Filha de Wolfland, é antes de tudo uma obra de ficção científica e crítica política baseada no Terceiro Reich. A história passa-se num país Europeu fictício, que se assemelha inequivocamente com a Alemanha dominada pelo Partido Nacional-Socialista de Hitler e a sua corrente Nazi, e tem como protagonista Muriel Kampf (referência à obra de Hitler, escrita durante o seu cativeiro). O erotismo fascinante e explosivo não comanda a história, mas percorre toda a narrativa, presente na sensualidade do desenho e emergindo violentamente nas cenas de sexo, apresentadas sem atenuações.
Ricardo Barreiro, autor do texto desse álbum, é brasileiro, nasceu em 1949, e já trabalhou com outros grandes ilustradores, como J. Gimenez e Rotundo

A Filha de Wolfland – Franco Saudelli e Ricardo Barreiro

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Leia mais em: http://ebooksgratis.com.br/quadrinhos/quadrinho-erotico-a-filha-de-wolfland-franco-saudelli-e-ricardo-barreiro/#ixzz26sepBWKt
 
 

5/14/2012


DIÁRIO DE PARIS
Crumb museificado

O MAM parisiense abre as portas à HQSERGE KAGANSKI
tradução CLARA ALLAIN

EMBORA ROBERT CRUMB nunca tenha sido um best-seller, todos sabem quem é esse ícone dos quadrinhos e da cultura americana. Colecionador de música dos anos 1920, contemporâneo dos hippies sessentistas californianos, residente no sul da França há 20 anos, Crumb nunca deixou de desafiar tabus sexuais e religiosos dos EUA "mainstream".

Acaba de sair na França uma farta coletânea de seus trabalhos com a mulher, a também cartunista Aline Kominsky-Crumb ("Parlez-Moi d'Amour, 35 Ans in Love", editora Cornelius), em que o casal detalha seu dia a dia intelectual, político e sexual.


Mas a maior novidade envolvendo o artista é uma grande exposição no Musée d'Art Moderne de Paris, com 700 desenhos feitos entre 1961 e 2011, em cartaz até 19 de agosto. É a primeira vez que o quadrinista entra no museu e é também a primeira vez que essa instituição expõe um autor de HQs.
Em entrevista à revista "Les Inrockuptibles", Crumb deixa claro sentimentos ambíguos: fica feliz por ser reconhecido, mas perplexo com a ideia de ser "museificado". Uma qualidade de Crumb é ele fazer questão de ser visto como artista popular, e não como artista com "a" maiúsculo.


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